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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Lobão, cachorro da raça akita, espera pelo dono que morreu há mais de dez anos


Conhecido da vizinhança do Rio Tavares, Sudeste da Ilha, o solitário Lobão adotou a rua para viverLobão recebe água, comida e carinho da vizinhança, mas não aceita outra casa e nem outro dono


Impossível contar a história de Lobão sem recorrer ao clichê: o cachorro é o melhor amigo do homem. Até depois da morte. Há mais de dez anos o cão da raça japonesa akita, mais parece um lobo branco, enorme e dócil, espera a volta do seu dono que nunca vai voltar. Ele é conhecido da vizinhança da servidão Vilmar Sotero de Farias, no Rio Tavares, Sudeste da Ilha. Solitário, ele adotou a rua para viver até o dia em que espera reencontrar seu melhor amigo.
Há versões diferentes para a história de Lobão. A mais contada é a de que ele pertencia a um morador da rua que morreu num acidente de carro. Contam que a viúva tentou ficar com o cachorro, mas ele pulou do caminhão de mudança no dia de ir embora e voltou para a rua onde morou desde sempre.
“O nome verdadeiro ninguém sabe”, diz Mirilene Xavier, 25, proprietária de um mercado no começo da rua, cujo deque de madeira em frente à porta costuma servir de cama para o animal à noite. Lobão é o apelido que os moradores deram a ele. Durante o dia, ele prefere ficar do outro lado da rua, debaixo de uma árvore, onde cava um buraco e refresca-se do calor. Manso e amigável, ele adora carinho. “Só não gosta de cachorro preto. Aí ele vai atrás.”
Muitos moradores já tentaram adotá-lo, mas como é característico da raça – os akitas são possessivos com relação aos donos e território –, Lobão prefere ficar só. “Muitos tentaram ficar com ele. Mas não fica, não gosta de ficar preso”, comenta o produtor Rodrigo Câmara Franco, 33.
Adorado pela vizinhança, Lobão é gordo e bem alimentado. E tem frescuras e horários regulados para comer. Todos os dias, às 6h30, uma senhora da rua de cima leva comida e água fresca. O almoço e o jantar ficam por conta do casal Rose da Silva, 51, e Carlos Antônio da Silva, 56. Eles moram há nove anos na servidão Sotero José de Farias, transversal à Vilmar Sotero de Farias. Pontualmente às 12h e depois no final da tarde ele aparece no portão. “E se a gente não atende ele late”, diz Silva. O segredo? Churrasco.  Carne e osso à vontade. Silva assa carne a mais no final de semana de propósito, e o que sobra eles separam em porções diárias para Lobão.
Mas ultimamente ele anda cansado. Ninguém sabe ao certo a idade dele, mas pelos olhos e textura do pêlo, presume-se que já está velho. “Não sei se agüenta mais um inverno”, diz Mirilene.
Lealdade canina no cinema e na vida real
Uma história parecida com a de Lobão foi imortalizada pelo cinema em 2009. Em “Sempre ao seu lado”, o ator Richard Gere interpreta o caso real de um professor universitário japonês que encontra um filhote akita e acaba adotando-o. O cachorro passa a acompanhá-lo todos os dias até a estação de trem, e o espera na volta do trabalho para casa, até o dia que o professor não volta mais. Pelos nove anos seguintes o animal espera pelo dono. A história virou lenda no Japão.
Em Edimburgo, capital da Escócia, Booby, um cão da raça skye terrier, ficou conhecido no século 19 por cuidar do túmulo de seu dono, John Gray, vigia noturno que morreu de tuberculose em 1858. Bobby só saía do cemitério para buscar comida ou abrigo nos dias mais frios. Ele morreu em 1972 e, um ano mais tarde, moradores erguerem uma estátua em homenagem ao cão. O monumento é um dos mais visitados da cidade.
Diário de repórter: presente de Natal
Muitos afirmam que coincidências não existem, que na verdade o mundo é sincrônico. Quando cheguei ontem à redação do jornal, ainda antes de checar a pauta do dia, contei a meus colegas meu presente de Natal: na noite do dia 24 de dezembro, em meio à confraternização familiar, recebemos uma visita inesperada. Um enorme cachorro branco percebeu o portão aberto e foi entrando pela casa, de mansinho, cansado, até aconchegar-se próximo à roda de conversa. Sem reação, só podíamos oferecer carinhos. Ele nos acompanhou durante toda a noite, como se quisesse mesmo só celebrar. No dia seguinte desapareceu pelo mesmo portão por onde entrara. Era o Lobão, que surgiu na noite de Natal como um presente e símbolo de amizade verdadeira. 

descricão da raça

Akita inu
Nome original秋田犬
País de origem Japão
[Esconder]Características
[Esconder]Classificação e padrões
FCIGrupo: 5
Seção: 5 - Cães de tipo Spitz e de tipo Primitivo - Spitzs asiáticos e raças semelhantes
Estalão: #120 13 de março de 2001
Cão (Canis lupus familiaris)

Akita Inu


kita ou akita inu[Nota] (em japonês秋田犬) é uma raça de cães originária do Japão. Sua origem é antiga (cerca de 300 anos), porém controversa: especula-se inclusive que tenha surgido na Europa e aparecido posteriormente na nação oriental. Usados inicialmente como cães de briga, os akita eram chamados de Odate. Levados à Tosa, tornaram-se lutadores ainda mais famosos, sendo então levados à província de Akita, que deu origem a seu nome. Com a popularidade das lutas de cães em declínio, a mestiçagem com cães pesados europeus foi esquecida, o que ajudou a manter a pureza da raça nos anos seguintes. Após atingirem o patamar de "riqueza e monumento nacional" japonês em 1931, foram levados aos Estados Unidos, onde foram cruzados com pastores-alemães e promovidos a cães de guarda. Desse momento nasceram duas variedades bastante distintas do akita: a japonesa e a americana, embora, até 2011, tenham sido consideradas pela FCI como uma só.1 2
Akita inu x Akita americano As semelhanças entre as duas raças estão nas origens e no temperamento, A origem das duas raças obviamente são as mesma já que por anos seguidos foram considerados mesma raça, ou seja, você poderia cruzar cães com característica de akita inu com cães com característica de akita americano e o resultado na ninhada era alguns cães com característica de uma e outros com característica da outra. Por isso o temperamento não houve mudança já que as duas raças mantiveram suas particularidades de temperamento inalteradas. As duas raças são discretas, silenciosas, determinadas, corajosas e etc.. As diferenças mais notórias são: Cor Akita inu – Branco, Vermelho, Tigrado Branco, Tigrado Vermelho. Akita Americano – Diversas cores. Tamanho Akita inu – Cães fortes, porém agis e de aspecto harmonioso e leve. Akita americano – Cães fortes, pesados de aspecto poderoso. Orelha A diferença mais sutil está no desenho da cabeça onde o Akita inu tem orelhas menores e formando um triângulo bem equilátero enquanto o Akita americano tem orelhas maiores e de inserção mais semelhante ao dos Pastores.

tema de hoje

e o tema sorteado de hoje e tan tan tan tan akita





Michelle leva cachorro dos Obama a evento nos EUA


Cão Bo acompanhou a primeira dama em encontro pré-Páscoa.Evento reuniu familiares e filhos de militares norte-americanos.A primeira-dama dos Estados UnidosMichelle Obama, levou o cachorro da familia, Bo, a um evA celebração deste ano reuniu famílias de militares e crianças em um centro médico em Bethesda, Maryland.

Michelle Obama acompanhada de Bo em evento nesta quarta (20) (Foto: Jewel Samad/AFP)Michelle Obama acompanhada de Bo em evento nesta quarta (20) (Foto: Jewel Samad/AFP)
O cão da família Obama ficou a vontade entre os convidados (Foto: Jewel Samad/AFP)O cão da família Obama ficou à vontade entre os convidados (Foto: Jewel Samad/AFP)
Michelle acompanhada de BO (Foto: Gary Cameron/Reuters)

Michelle acompanhada de Bo (Foto: Gary Cameron/Reuters)ento pré-Páscoa em Maryland, nesta quarta-feira (20)

Maquinista para trem e resgata cão amarrado a trilho nos EUA

O cachorro resgatado, que recebeu o nome de Banjo e foi colocado para adoção
O maquinista de um trem que passava pela região da cidade de Mecca, na Califórnia (EUA), conseguiu ativar os freios de emergência a tempo de parar o veículo e evitar que um cão amarrado aos trilhos fosse atropelado.
O animal, uma mistura das raças poodle e terrier, foi preso à ferrovia por um homem de 78 anos, que disse à polícia que a família não o queria mais, mas que não sabia o que fazer com ele.
"É provavelmente uma das piores coisas que já vi", disse Sal Pina, agente da companhia ferroviária que participou do caso e deteve o dono do cachorro. O agente contou que ficou ainda mais chocado porque o cão era muito parecido com seu próprio animal de estimação.
O caso aconteceu no último dia 2, mas só foi divulgado nesta semana pelo Serviço de Controle de Animais do Condado de Riverside. O cachorro, de apenas dez meses, recebeu o nome de Banjo e foi colocado para adoção.
Após um interrogatório, o agente resolveu liberar o idoso, que parecia confuso e não compreendia o que havia acabado de fazer.

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